O achado das almas túnel adentro.

Existia uma determinada lenda que falava de uma comunidade de pessoas mais aptas para o amor, ligadas por túneis, usavam-nos para comunicarem sem se ofenderem ou maltratarem. O contacto  era possível através de um simples chamar em voz alta, "Mariaaaa!", do outro lado um "simmmm", mais doce que os açucares que formavam as nuvens de... Continue Reading →

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A futilidade do fim do mundo.

Não me apercebi da mudança do girar da terra, pelos longos e demorados quarenta e picos anos, não me lembrei que se devia remar para o mesmo lado para não existirem surpresas de voltas giratórias. Se calhar não tive gabarito para perceber que o mundo tomou as suas próprias rédeas da desgraça e cava a... Continue Reading →

Crepúsculamente falando…

Não conheço pessoas que são pessoas. Apenas um constante e mendigante artefacto que usam pela sua mão para parecerem o que não são. Geralmente no inverno fecho-me em concha para trabalhar sozinho em artes e contextos que apenas eu conheço. Desde que me conheço que entrei numa curva descendente de auto-comiseração para imaginar como seria... Continue Reading →

O desvio da morte…

Nos socalcos da face escorre-se um riacho de sal e água, a incerta premonição tinha-se cumprido acerca da finitude anunciada. Maria, Maria, Maria. Seria mais fácil viver. Viver sim pelo simples facto de viver, sem contas de somar ou subtrair, dos planos em resolver a amanha da terra pois fresca é mais fácil de lhe... Continue Reading →

A partir a loiça.

Faltam pouco mais de oito dias para caminhar em direção a mais uma Feira do Livro. É dos livros, não de todos, que os autores se encavalitem a tentar vender o seu produto. Tal como W.Allen dizia, "todos tentamos vender o nosso produto...é disso que se trata". E eu tratando de cumprir aquilo que todos... Continue Reading →

Os teus olhos…

Por menos de nada passaste os olhos de mim para mim, meia a medo meia de algo mais que seria  o que eventualmente eu sonhei. Baralhado, preferi desviar o olhar meio a medo, ficamos os dois a meio pois quando desolhei tu olhaste, e ao meu olhar tu viste que eu levantei e baixei disfarcei,... Continue Reading →

Em “Para lá da Taprobana”

Rui Miguel Saraiva coloca as palavras umas atrás das outras, criando histórias reais de sonhos que percorrem o pensamento das pessoas.Depois do blog de crónicas, seguiu-se o livro "Crónica feita de palavras", o qual trouxe ao leitor pequenos retratos do quotidiano. Neste livro "Para lá da Taprobana", o autor leva novamente o leitor por caminhos... Continue Reading →

Depois do tempo.

Não posso fazer mais do que te prometer quando morreres, morrerá uma parte de mim. Depois será mais fácil partir também e ir ao teu encontro...

Missão. 

Fazer acontecer algo de mais relevante que a própria vivência. Criar emoções onde vive o mais duro granito. Promover a repetição cadenciada de água do mar na face dos que nunca renunciaram ao milagre das pequenas coisas belas....

Entregue!

O "Para lá da Taprobana" foi entregue à editora. Começam as correções. Um martírio. Daqui a uma semana começa o terceiro de muitos mais. Obrigado!

1 – o primeiro do novo ano

Começa agora. Nova etapa e cada vez mais dura. Não há palavras a mais nem sílabas a menos, frases com regras e parágrafos tristes. Existem apenas palavras umas atrás das outras  que se encavalitam na minha cabeça e saltam, sem medo, contra o papel. 

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